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Seguros ganham força em Belém com avanço dos carros elétricos e aumento dos riscos climáticos

Frota elétrica em alta e eventos climáticos mais frequentes mudaram o perfil do consumidor paraense, que agora procura apólices sob medida.

Antônio Jorge VidigalAntônio Jorge Vidigal · Diretor Comercial
05 ago 20261 min de leitura

Ao Diário do Pará, o diretor comercial da JGS, Antônio Jorge Vidigal, comenta como o consumidor de Belém mudou a forma de ver o seguro: menos como despesa e mais como proteção financeira.

Pontos principais

  • O setor de seguros deve crescer 5,7% em 2026 no Brasil e movimentar cerca de R$ 808 bilhões.
  • Na JGS, os seguros empresariais e residenciais são os que mais crescem.
  • O seguro de carros elétricos e híbridos segue a mesma lógica dos carros a combustão, mas o preço depende de marca, modelo, ano e tecnologia embarcada. A dificuldade de reparo, com pouca mão de obra especializada e peças escassas, pesa no valor.
  • Na região Norte, alagamentos, temporais e oscilações de energia aumentaram a procura por coberturas de danos elétricos e de calço hidráulico.
  • A recomendação é analisar o risco real, investir em prevenção, como protetores contra surtos, e não escolher o seguro só pelo preço.

Este é um resumo preparado pela JGS. Leia a matéria completa no Diário do Pará pelo link abaixo.

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