Seguros ganham força em Belém com avanço dos carros elétricos e aumento dos riscos climáticos
Frota elétrica em alta e eventos climáticos mais frequentes mudaram o perfil do consumidor paraense, que agora procura apólices sob medida.
Ao Diário do Pará, o diretor comercial da JGS, Antônio Jorge Vidigal, comenta como o consumidor de Belém mudou a forma de ver o seguro: menos como despesa e mais como proteção financeira.
Pontos principais
- O setor de seguros deve crescer 5,7% em 2026 no Brasil e movimentar cerca de R$ 808 bilhões.
- Na JGS, os seguros empresariais e residenciais são os que mais crescem.
- O seguro de carros elétricos e híbridos segue a mesma lógica dos carros a combustão, mas o preço depende de marca, modelo, ano e tecnologia embarcada. A dificuldade de reparo, com pouca mão de obra especializada e peças escassas, pesa no valor.
- Na região Norte, alagamentos, temporais e oscilações de energia aumentaram a procura por coberturas de danos elétricos e de calço hidráulico.
- A recomendação é analisar o risco real, investir em prevenção, como protetores contra surtos, e não escolher o seguro só pelo preço.
Este é um resumo preparado pela JGS. Leia a matéria completa no Diário do Pará pelo link abaixo.
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